A POLÍTICA DO PIALO | Não se faz uma nova Canoas com os velhos vícios

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Os bastidores da política estão fervendo na Aldeia.

Não se faz uma nova Canoas com os velhos vícios, parece que Canoas não aprendeu com os erros de velhos governantes. Primeiro, é preciso saber perder e, segundo, é preciso conhecer o significado da fidelidade.

Em Canoas, infelizmente, os antigos reis legislam em causa própria, torcem pelo tropeço do outro. Já vivemos a prática do pialo, termo gaúcho que em algumas definições é o ato de derrubar ou um golpe traiçoeiro, e deu no que deu né?

Será, que queremos voltar a um passado que destrói?

Indícios dos bastidores, observador que sou, é que tem lobo querendo comer Lobo, a vida política não está tranquila e evoca um passado recente. Já vimos o que aconteceu e as consequências de uma luta interna entre grupos ou indivíduos que deveriam, idealmente, trabalhar juntos em prol do bem comum, mas que, na verdade, estavam mais preocupados em se prejudicar mutuamente em busca de poder ou vantagem.

Nesse contexto, o povo, que muitas vezes é o verdadeiro afetado pelas disputas e intrigas políticas, acabou “se estrepando”, ou seja, levou um pialo e está sofrendo as consequências dessa ambição desenfreada.

Canoas é uma Aldeia “pialeira”, politicamente falando, uso de metáforas para descrever como políticos podem enganar reciprocamente ou manipular situações em benefício próprio. Isso tem sido nosso ciclo vicioso de desconfiança e corrupção, onde cada parte tenta tirar vantagem da outra, deixando o povo desprotegido, sem saída e sem ter para onde recorrer, pois não sabe com quem irá contar verdadeiramente.

São lobos atacando para tomar o poder na Alcateia, outros se defendo e alguns, mais malandros, maquinam na espreita.

Diante deste quadro, na Aldeia Pialeira, onde o político tem que andar acuado, a cidade ficar sem a prática das políticas públicas necessárias para seus munícipes, já que os interesses pessoais ou de grupelhos podem ser priorizados em relação ao bem-estar da população.

Canoas precisa de socorro, de Fidelidade política, seja quem estiver no poder, sem união os lobos guerreiam na Alcateia. Manipulações, traições geram um clima de desconfiança dentro de um governo constituído. Na desilusão, do que se vê, a participação cidadã vai à falência e a ruína prospera.

Será que existem caminhos para superar tantos “pialos”?

A pergunta é interessante, deveríamos fazer uma convenção dos velhos e novos lobos e ensinar que a fonte seca se a ganância for exacerbada.

E o povo, será que não merece respeito?

Os lobos poderiam começar respeitando seus compromissos assumidos e caminhar juntos para organizar a Alcateia.

É, velhos lobos, “cassam” os lobinhos (Legislativamente falando), a Alcateia envelhece e não tem futuro.

Mais uma vez o povo se estrepa.

Essa é a realidade preocupante que ecoa nos bastidores, “Lobo querendo comer Lobo”. É a nossa realidade, o negócio é pialar o parceiro.

Preocupante o contexto!

Perdemos tempo, não existe mais espaço para boa política, sem isso não existirá reconstrução e, muito menos, progresso. Para isso acontecer, os lobos teriam que se despojar do ego em dominar, começar a olhar para a população.

Só assim teremos as ferramentas essenciais para transformar a dinâmica do “pialo” e garantir que os lobos não prevaleçam às custas da população.

Uma Resposta

  1. Bom dia,muito boa a reflexão e o texto.
    Parabéns, Canoas precisa de respeito com seus moradores.

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