Projeto reúne música, dança e história para levar a cultura gaúcha até as escolas municipais de Canoas

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Lançado no ano passado, projeto Sementes do Sul retomou a agenda de apresentações nesta segunda-feira (6)

De forma lúdica, com contação de história, música, dança e roda de chimarrão e durante o ano todo. É assim que a cultura gaúcha é transmitida para os alunos da Rede Municipal de Ensino de Canoas por meio do Projeto Sementes do Sul. Idealizada pelo Departamento de Tradicionalismo da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, a iniciativa é realizada na cidade desde agosto do ano passado. Uma vez por mês, a equipe, formada pela contadora de histórias Maluquinha Tchê, um casal de dançarinos, um músico e um gaiteiro percorre escolas de Ensino Fundamental e de Educação Infantil para manter viva a tradição gaúcha entre crianças e jovens canoenses.

Na tarde desta segunda-feira (6) foi retomada a agenda de apresentações do projeto para 2026, com uma ação na Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI), Mãe Augusta, no bairro Harmonia. No local, 80 crianças de 0 a 5 anos ouviram a história do Gato de Bombacha, aprenderam a dançar a Dança do Pezinho e conheceram de perto a indumentária gaúcha e a erva mate.

“Nós temos um carinho muito grande por este projeto que faz com que nossas crianças entendam as nossas tradições, que faz com que elas aprendam quem é o gaúcho e saibam, desde cedo, reverenciar a nossa cultura, que é tão importante e tão bonita”, comenta o secretário de Cultura e Turismo, Caio Flávio dos Santos. “Este é um projeto de governo que visa cultivar o tradicionalismo nas escolas. Ele foi criado justamente para plantar essa sementinha nos nossos estudantes, para a gente continuar cultivando a tradição gaúcha nesses pequenos, para que a nossa tradição nunca acabe”, completa o diretor de Tradicionalismo da pasta, Fábio Ávila.

A contadora de histórias Christiane Oliveira, que dá vida à Maluquinha Tchê, também destaca a importância do projeto. “A proposta é resgatar a nossa cultura, proporcionar às crianças a vivência das nossas tradições e plantar essa sementinha para que eles sintam o orgulho de ser gaúcho”, conta. Para a professora Graziela Silva dos Santos, a experiência vem ao encontro de outras iniciativas de valorização da cultura gaúcha que são realizadas na EMEI durante o ano todo.

“Trabalhamos muito as nossas raízes, a nossa tradição, justamente para mostrar para eles, porque a maioria acaba se perdendo, até mesmo a questão do chimarrão, que hoje percebemos que já não é mais tanto costume entre os mais jovens. Além disso, eles levam tudo isso para a família, acabam incentivando, mostrando o que a gente trabalha na escola e é muito importante esta troca”, opina.

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