Canoas corre contra o tempo em força-tarefa para recuperar ruas castigadas por buracos

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Com asfalto frio, operação emergencial atende ao clamor da comunidade por segurança no trânsito e foca nos pontos mais críticos de todos os bairros

O desgaste diário do pavimento, agravado pelo impacto severo das chuvas recentes, transformou a mobilidade urbana de Canoas em um desafio de segurança para motoristas e pedestres. Para enfrentar o problema de forma imediata, a Prefeitura de Canoas deu início, nesta quarta-feira (20), a uma força-tarefa emergencial de tapa-buracos que promete percorrer todos os bairros do município.

A ação, coordenada pela Secretaria de Obras e Reconstrução em parceria com as subprefeituras, foca na correção rápida de crateras de até 50 centímetros de diâmetro utilizando asfalto frio. O objetivo é estancar o avanço da deterioração das vias e restabelecer condições mínimas de trafegabilidade nas áreas de maior fluxo e nos pontos mais críticos mapeados pela administração municipal.

Alívio temporário e planejamento

Embora o asfalto frio funcione como uma medida de “primeiros socorros” para as vias públicas, a Prefeitura já planeja uma solução definitiva para os trechos onde a malha asfáltica está completamente comprometida.

“Estamos dando início a mais uma operação tapa-buracos com várias frentes de trabalho atuando nos lados Leste e Oeste da cidade. É um serviço emergencial, mas que dá um resultado muito positivo e imediato na mobilidade”, explica o secretário de Obras e Reconstrução, Guido Bamberg. Segundo o secretário, a comunidade terá respostas mais robustas em breve: “Na primeira semana de junho, devemos ter um novo contrato para tapa-buracos com asfalto quente, o que nos permitirá trabalhar na repavimentação de ruas com problemas estruturais maiores”.

Impacto direto nos bairros

A largada dos trabalhos ocorreu em pontos estratégicos, incluindo o bairro Guajuviras, uma das regiões mais populosas de Canoas. O subprefeito local, André Farias, ressaltou que a agilidade do serviço é fruto de um monitoramento constante das demandas dos moradores. “A subprefeitura mapeou as áreas críticas do bairro e repassou o diagnóstico para a Secretaria de Obras, que prontamente trouxe as equipes e o material para recuperar as nossas ruas”, afirmou.

Para quem convive diariamente com a poeira, os desvios e os prejuízos mecânicos causados pela buraqueira, a chegada das máquinas representa um alívio esperado. É o caso da professora Luciane Machado, de 50 anos, proprietária de uma revenda de carros na Rua Miguel Jefinny.

“Para mim, não é só uma operação de tapa-buracos, é uma verdadeira revitalização das nossas ruas”, relata a moradora, destacando o canal aberto de diálogo com o município. “Toda vez que entramos em contato com a Secretaria de Obras ou com qualquer outra pasta, temos tido apoio. O pessoal se coloca à disposição e, mesmo quando o problema não pode ser resolvido na hora, fica pré-agendado. Eles estão sempre suprindo as necessidades da nossa região”, conclui Luciane.

 

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