
O Articulista
CRÔNICA | O café do louco e a casa-cidade
São cinco horas de uma manhã de sábado. O mundo ainda dorme seus sonos plásticos, e eu, de pijama e dentes por escovar, arrasto os chinelos em direção à máquina de café.
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São cinco horas de uma manhã de sábado. O mundo ainda dorme seus sonos plásticos, e eu, de pijama e dentes por escovar, arrasto os chinelos em direção à máquina de café.



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