Com um investimento global de R$ 14 bilhões para o Estado, o governo detalhou as frentes de trabalho que prometem modernizar nossas casas de bombas e reforçar a proteção contra as cheias em nossa cidade.
A esperança de dias mais seguros ganha novos números e prazos para o povo canoense. Em balanço apresentado nesta sexta-feira (24/4), o governador Eduardo Leite e o vice Gabriel Souza detalharam o andamento do Plano Rio Grande, que já soma 227 projetos para reconstruir o Rio Grande do Sul após o desastre de 2024. Para nós, que sentimos na pele a força das águas, a notícia principal é o foco pesado na infraestrutura hídrica da nossa região.
Obras Diretas em Canoas: Diques e Casas de Bombas
O governo confirmou que Canoas, junto com a capital, concentra a maior fatia dos recursos para proteção contra cheias. São mais de R$ 410 milhões destinados à Região Metropolitana.
Para a nossa “Aldeia”, as prioridades são claras e vitais:
- Diques do Rio Branco e Mathias Velho: A reconstrução e o reforço dessas estruturas estão em ritmo acelerado. A previsão de entrega para os moradores é entre agosto e setembro deste ano.
- Casas de Bombas: Esqueça o sistema antigo que falhou. O plano prevê a modernização completa das estações de bombeamento, garantindo que o escoamento da água seja eficiente mesmo em eventos extremos.
Eduardo Leite destacou que o objetivo é fazer em 36 meses o que levaria 36 anos em termos de proteção ambiental. “O Rio Grande do Sul está muito mais preparado hoje. É um esforço que combina tecnologia, planejamento e obras robustas para proteger a população”, afirmou o governador.
Além das obras aqui no quintal de casa, o investimento de R$ 14 bilhões contempla:
- Defesa Civil: O efetivo foi quadruplicado e agora conta com meteorologistas e geólogos próprios, além de novos alertas via celular (Cell Broadcast).
- Rodovias: Recuperação de 800km de estradas e reconstrução de pontes para garantir o fluxo de mercadorias e pessoas.
- Habitação: O programa “A Casa é Sua – Calamidade” segue entregando casas definitivas para quem perdeu tudo.
Durante a coletiva, Leite lembrou que a capacidade de resposta do Estado só foi possível porque as finanças foram saneadas anteriormente. Sem o pagamento da dívida e os salários em dia, o RS não teria fôlego para criar o Funrigs (Fundo de Reconstrução), que é o motor financeiro de todas essas obras que vemos hoje nas ruas do Mathias Velho e do Rio Branco.
Além da limpeza de redes de drenagem e do desassoreamento de rios, o plano projeta investimentos estruturantes de longo prazo, como os R$ 1,9 bilhão para a Bacia do Sinos e R$ 450 milhões para a Bacia do Gravataí, que impactam diretamente o nível das águas que cercam Canoas.









Uma Resposta
Esse governador é mentiroso, cara de pau. Nao fez nada ate agora. Fala em fazer obras que demorariam 36 anos. Ele acha que esta falando com “idiotas”.