
PICOTANDO A POLÍTICA | Cabelo em pé, candidato fantasma e a Guerra das Esporas em Canoas
A campanha mal começou, e o picador de papel da política gaúcha já está trabalhando em três turnos. Haja estômago e haja ironia.
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A campanha mal começou, e o picador de papel da política gaúcha já está trabalhando em três turnos. Haja estômago e haja ironia.

Duas voltas completas da Terra ao redor do Sol se passaram desde que o Rio Grande do Sul submergiu sob a lama e o descaso. Duas primaveras e dois invernos desde que aquele teto de amianto em Canoas virou a menor e mais vigiada ilha do planeta.

A noite em Gotham City é sempre escura e tempestuosa, mas na rodoviária central, o motor do “Expresso Gotham 2026” ruge com impaciência.

A convocação está quase completa. No vestiário da política canoense, o Técnico Eleitor já começa a coçar a cabeça enquanto os “Carlo Ancelottis” dos bastidores tentam desenhar a tática perfeita.

Canoas precisa de adultos na sala de comando. Chega de bico. O diálogo não é uma derrota; é a única saída para quem realmente se importa com o ensino público e não apenas com o próprio umbigo político.

O pedido de um político para que se “esqueça” o que ele pensou, escreveu ou defendeu anteriormente é, por natureza, um ato de sobrevivência pragmática, mas também uma confissão de incoerência.

Chegou a hora. Quando eu terminar, o sino do BBB City vai tocar e conheceremos aquele que terá as chaves da Village. E aqui eu pergunto aos senhores, representantes do povo de Gotham: que política é essa?

Sim, Qualquer Quente, o repórter do Village News, vê o Big Brother Brasil. E dele vem a inspiração do texto de hoje: o “Elefante no Escuro”. Tchau, quinta série!

Senhores “interventores da ética”, parem de brincar de Deus com o prontuário alheio. Para parar uma máquina do tamanho do Arkham, é preciso mais do que um carimbo e uma caneta; é preciso logística.

Que em 2026, a nossa cidade aprenda com os golfinhos: A união local é a única defesa eficaz contra quem só vem para morder e partir.

